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Meu perfil BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos MSN - blogdofelipe@hotmail.com |
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.: Créditos :.
ALTER EGO
Não se pode gostar mais de alguém do que de si mesmo. O único amor que teremos pela vida inteira é com a gente mesmo. Saber amar o outro, sem deixar de se amar é o primeiro passo para uma relação bem sucedida, seja ela qual for. Sem excessos para nenhum dos lados.
Saber das limitações de cada um e também das suas, é o primeiro sinal de amadurecimento e de coragem para encarar que não se pode ser tudo na vida, embora as pessoas atualmente tenham a sensação de que podem sim ser tudo.....não sei, acho estranho isso.
Outro problema é se achar demais: Ou você fica insurportável perante os outros ou se torna chacota da turma, afinal ninguém, tirando a própria pessoa o acha assim tão bom naquilo que se diz.
Digo isso porque os dois extremos são ruins: o carinha que se acha demais e o carinha que tem a estima baixa. Saber dosar e chegar ao meio termo é o que faz a diferença.
Tenho aprendido com o tempo que não sou melhor que ninguém, mas às vezes, confesso, tenho que trabalhar muito o meu ego, para não bater uma superioridade em algumas ocasiões.
Mas me policio nesses casos, porque não quero ser o chato e nem o arrogante da turma. Difícil? Sim. Mas quem disse que seria fácil?
Por isso digo: tenho que me amar, mas esse amor por mim não pode em nenhum momento atropelar a paixão ou a compaixão que tenho pelo próximo. Eu me amo e também te amo. Nem mais, nem menos. E a gente vai vivendo assim!
COMEÇO, MEIO E FIM
Nada dura pra sempre. Nem a gente. O que dirá então da moda, dos costumes, da banda famosa do momento, entre tantas outras coisas. Mas tudo tem um começo.
Com amizade e namoro não é diferente. Quando a gente conhece alguém novo, seja amigo ou paquera, tudo no início é muito gostoso. A gente quer almoçar todo dia juntos, jantar, ficar o mais próximo possível. Nada passa ser mais gostoso do que isso.
Só que tal qual a música nova que a gente adora, grava, ouve no rádio, no mp3 e depois de algum tempo diz que não agüenta mais ouvi-la, isso acontece infelizmente com as relações também.
Começamos a ver os defeitos, a não achar tanta graça nas coisas e os almoços passam a ser semanais, quinzenais e o fim está próximo. Com os amigos acontece o chamado afastamento natural, mas com o namorado a conversa derradeira e triste se faz necessária.
Fecha-se então um ciclo. E, diferente da moda, da música, da banda, que pode voltar depois de anos em um revival, com as relações isso não acontece. Dificilmente se reinicia um ciclo sem mencionar o ciclo passado. E quando isso ocorre, nem sempre dá muito certo pois ficam as marcas de lá.
Portanto, entender que tudo na vida tem começo, meio e fim, se faz necessário. Não se deve achar que errou, apenas que se viveu uma estória de dias, meses ou anos. E, como um bom filme, teve começo, meio e fim.
Simples assim. Triste assim!