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DEITE COMIGO?

 

Por indicação de um amigo resolvi assistir ao filme  “lie with me”, que no Brasil recebeu o nome de Deite Comigo e me surpreendi positivamente.

 

O filme, canadense, foge do comercial. É  ousado, diferente e muito instigante. Trata-se da história de uma mulher acostumada a satisfazer seu prazer de todas as maneiras, com vários parceiros através de sexo anônimo, casual, até encontrar-se com David.

 

A relação começa sexual, mas aos poucos ela se dá conta de que está apaixonada por ele e aí começam os conflitos. Como sempre teve vários parceiros sexuais e apenas “ trepou” a vida inteira, ela passa a não saber lidar com essa paixão. Num determinado momento ela questiona: “ como é que se trepa com alguém por quem se está apaixonado?”

 

E isso não é roteiro de filme não. Tenho visto que as pessoas estão perdendo a mão para o romance....amigos me dizem que às vezes por estarem acostumados ao sexo casual, a pegação, quando aparece alguém que passa disso ficam sem saber como lidar.

 

É a velha indagação: quer-se ter alguém ao lado,  mas não se quer abrir mão da vida de solteiro. No filme, ela  mesmo estando apaixonada, não deixava de ir à boate, às festas, tudo para continuar sendo paquerada e desejada e, claro, isso gera conflito em sua relação, sem falar em ciúmes e outras coisas que vem no pacote.

 

Após mais uma noite com ele,  ela o deixa e se pergunta: “Como é que uma mulher ama um homem? Eu não sabia ama-lo...eu só sabia trepar e trepar não é o bastante....”

 

O filme após isso ainda tem quase uma hora, mas é suficiente para perceber que a história de Leila não é muito diferente das histórias nossas, dos nossos amigos... não se consegue ter  tudo, embora o mundo insista que sim...toda escolha é de fato uma renúncia e não há como fugir dessa via de mão única. Se você escolhe estar com alguém não conseguirá estar com todos (pelo menos é o que se espera).

 

Mas se eu pudesse responder à indagação da personagem eu diria que não existe receita, que amar se aprende amando....e que saber amar é com  certeza saber deixar alguém te amar.



- Enviado por: felipe às 09h03
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CARRUAGEM  

  

Carlos telefonou para Ana no dia seguinte ao primeiro jantar que tiveram.  Conversaram por longos minutos e marcaram um novo encontro para o sábado seguinte, com direito a  teatro e restaurante japonês. Ana estava encantada. Não estava nenhum  um pouco acostumada com esse tipo de gentileza. Para Ana,  o romance tinha ficado lá trás, no século XIII, atualmente a fase era fast food. Nada de romance, apenas relações casuais.

 

Com Carlos foi diferente. Dias depois do novo encontro ele mandou flores para o escritório de arquitetura em que Ana trabalhava. As colegas de profissão achavam que Ana tinha tirado a sorte grande. Na mesma semana, bombons chegaram no horário do lanche da tarde. Ana admirava, mas não estava entendendo ao certo o que estava acontecendo.

 

O que havia de errado com aquele homem? Porque tanto romance, dedicação e carinho?

Carlos além de gentil, extremamente educado e galanteador,  não a cobrava. Ana se perguntava então: por que as mulheres hoje se assustam com o romance?

 

Sexo casual sempre foi a sua praia. Com Carlos era diferente, tinha carinho, respeito e até um bom sexo. Mas não tinha paixão. Perguntada se estava curtindo essa nova fase, Ana dizia meio que blasé, que sim, curtia mas não havia paixão.

 

Sofia, sua amiga, ficava incomodada com essa atitude de Ana. Afinal, toda mulher quer um Carlos na vida. Mas Ana não. Ela gostava era de sentir arroubos de paixão, esperar o telefone tocar, sair como se aquela fosse a única e última vez. E com Carlos não tinha isso. Estava tudo ali, exposto, pré-determinado. Ele não a faria de boba, não a rejeitaria e por isso Ana  não conseguia se apaixonar.

 

Quando se deu conta de que não agüentava mais ouvir tantas músicas românticas, assistir a todos os filmes da Meg Rian com final feliz e tomar vinho  nos finais de semana, Ana percebeu que era o fim. Não havia paixão e sem paixão não se vai a lugar nenhum.

 

Sem Carlos e de volta ativa, Ana se deu conta de que não era uma mulher de grandes romances. Era sim uma mulher como todas as outras: na verdade todas querem um príncipe, mas quando eles chegam, descobrem que o melhor é ficar com o cocheiro da carruagem. Esse sim sabe, literalmente o caminho da felicidade.

 

 



- Enviado por: felipe às 15h45
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PINÓQUIO

 

 

Como fazer para não magoar alguém próximo com uma verdade absoluta, sem que o fato de não se dizer tal verdade afete de alguma maneira a sua própria vida?Difícil e quase impossível: não há meio termo nesse caso e, se minha mãe está certa, fale a  verdade sempre e veja o que acontece.

 

Ocorre que verdade absoluta nos dias de hoje não tem mais espaço. Vivemos na época das meias verdades. Mas meia verdade seria o mesmo que meia mentira? Complicado isso, mas muito  em voga.

 

O problema então seria se adaptar. Acredito em verdades, mas não precisa ser grosseiro ou cruel com as pessoas. Dizer para uma amiga que está pronta para uma festa que o vestido dela está feio é cruel, já que ela não terá tempo para trocar de roupa e isso a ofenderia sem necessidade.

 

Mas contar para um amigo que o namorado dele estava  na boate com outro é ser verdadeiro com quem espera de você essa verdade. Mas diga apenas a verdade e não esboce o seu comentário: deixe que o cara decida o que fazer sem bancar o advogado do diabo nessas horas.

 

Sempre me permiti ouvir opiniões dos amigos quando estou com necessidade fazer alguma escolha, mas a palavra final sempre foi minha e muitas decisões foram contrárias às opiniões dos demais.

 

Atualmente as opiniões são para que eu invista no meu quase namorado e viva com ele uma história legal, já que todos os meus amigos fazem coro para que isso ocorra, visto que ele com seu carinho, atenção, beleza e charme conquistou a todos....no entanto nesse sentindo ainda não sei se vou com a opinião da galera ou se fico com a minha.

 

Afinal, nesses casos de amor, por mais que a opinião alheia tenha seu peso e as pessoas próximas queiram o melhor pra você, fico com uma frase da Pitty, que sempre me ajuda a decidir: “ o tempo é só meu e ninguém registra a cena.....”

 



- Enviado por: felipe às 21h22
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